Venda de Éder Militão para o Real Madrid vai render bolada ao São Paulo

Como manteve 10% dos direitos de Militão e tem direito a mais 3,5% pela cláusula de solidariedade da Fifa por ser clube formador, o São Paulo receberá algo em torno de R$ 29 milhões.

Militão em ação pelo Porto — Foto: Reprodução Militão em ação pelo Porto — Foto: Reprodução

Militão em ação pelo Porto — Foto: Reprodução

Em readequação financeira depois da eliminação precoce na Libertadores da América, o São Paulo conta com esse dinheiro para ter mais fôlego na remontagem do elenco para atender aos pedidos do técnico Cuca, que começará seu trabalho no Tricolor em 15 de abril.

Até aqui, o São Paulo, sem muito dinheiro para altos investimentos, mudou a estratégia para ir ao mercado em busca de reforços. Além de tentar algumas trocas e empréstimos, a prioridade tem sido jogadores de baixo investimento, com menos grife.

De qualquer forma, o Tricolor sondou as situações do volante Tchê Tchê, do Dínamo de Kiev, da Ucrânia, e do atacante Keno, do Pyramids, do Egito, mas a negativa de empréstimos e os altos valores dos jogadores inibiram o São Paulo, que agora poderá ter maior poder de investimento.

Até agora, o São Paulo gastou em 2019 cerca de R$ 45 milhões para contrata sete jogadores: Tiago Volpi, Pablo, Hernanes, Biro Biro, Léo, Willian Farias e Igor Vinicius.

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